01/02/12

Companhia (Brahma Kumaris)

“Há um ditado no oriente que diz: ‘a boa companhia atravessa... enquanto que a má companhia os afunda’. Assim, vale a pena também refletir o quão boa companhia estou sendo para outros, por exemplo: a. consigo permanecer compassivo e gentil enquanto mantendo-me distante de qualquer má influência? b. consigo ser um ‘espelho’, ajudando outros a entender situações e serem melhores pessoas? c. sinto-me contente ao perceber que alguém está avançando? Em uma família ou grupo, é quando cada um se torna uma melhor companhia um para o outro que as sementes de integração e unidade começam a florescer.”

24/01/12

Lar original (Brahma Kumaris)

“Além dessa região física de ação e da região sutil de pensamento puro, há uma região infinita e atemporal, de completa estabilidade, silêncio e paz. Coberta de luminosidade vermelho dourada, essa é a região de Deus, o Ser Supremo, Pai de todas as almas. É o lar original de todas as almas, onde nós, uma vez, moramos num estado adormecido e seminal de total pertencimento e bem-aventurança. Na meditação, a experiência dessa ‘região suprema’ da mais alta consciência renova e recarrega a alma, preenchendo-a de poder, com a força para desempenhar seu papel no mundo físico com paz, serenidade e claro discernimento.”

19/01/12

Aventuras em Israel - Estacionamento

Estou no meio de um workshop de trabalho, cercado de israelenses por todos os lados. Vendo eles conversarem entre si, lembrei de quando morei em Israel e das aventuras que passei por lá. A primeira lembrança foi a forma como costumava chamá-los: os brig-brig. Eu e meus amigos os chamávamos assim pois eles parecem estar o tempo todo brigando. Falam alto, gesticulam muito e seu idioma é carregado de 'R's e 'CH's na sonoridade (ex: BOKER TOV, TESHIMA TESHA, AHAVA - Lê-se: bôquer tóv, techima têcha, arravá). Na verdade, eles lembram muito os latinos, povos mediterrâneos, principalmente os italianos na forma de falar, mas assusta um pouco por causa da sonoridade de seu idioma. Então, o primeiro caso que me veio à cabeça foi o tratamento que eu recebia no estacionamento da empresa. 

No primeiro dia que cheguei de carro, o estacionamento estava lotado. Entrei com o carro e perguntei (em inglês) para o segurança aonde eu poderia estacionar. Ele respondeu (quase gritando): "LEAVE THE CAR, LEAVE THE CAR!" (Saia do carro). EU, ainda sem entender direito, perguntei aonde deixar o carro. Ele repetiu as suas palavras, gritando ainda mais alto e gesticulando pra eu sair do carro. COm medo, parei o carro num canto e saí. Ele então gritou de novo: "DON'T TAKE THE KEY, DON'T TAKE THE KEY!" (Não leve a chave). Deixei a chave na ignição e saí, assustado. perguntei se tinha algum recibo, comprovante de estacionamento e ele só gritava: "NO, NO, LEAVE, LEAVE, GO, GO!" e apontava para a saída. Obedeci, e saí quase correndo do estacionamento. No escritório, me explicaram que quando o estacionamento está cheio ele fica com as chaves do carro e estaciona pra gente. Poxa, o cara podia ter dito isso de forma mais clara, né? Mas depois descobri que ele não falava inglês direito, apenas poucas palavras. Ok, passou!

No dia seguinte, cheguei de novo ao estacionamento e, para não levar bronca, parei o carro no mesmo cantinho, deixei a chave e saí do veículo. Para minha supresa, veio o segurança de novo, com sua cara de mau e gritando: "DON'T LEAVE THE CAR." (Não saia do carro). Em seguida, apontou para uma vaga e entendi que ele queria que eu parasse lá. Mais uma vez, obedeci, meio com medo, e parei na vaga. Fechei o carro, mas deixei a chave na ignição. Ele então gritou novamente: "TAKE THE KEY, TAKE THE KEY!" (Leve a chave). Sem entender direito, perguntei se não era melhor deixar a chave para ele manobrar o carro. "NO, NO! TAKE THE KEY!". Levei a chave comigo. Ao chegar no escritório, mais uma vez perguntei ao pessoal porque tudo tinha mudado de um dia pro outro. Eles explicaram que, quando há vagas disponíveis, as pessoas estacionam seu carro e levam a chave! 

Ah, tá! Então aprendi o que fazer e nos dias seguintes, nunca mais precisei trocar UMA palavra sequer com o segurança. Mas continuava com medo de tomar esporro diariamente...

18/01/12

DEUS

“Como o sol físico, que dá luz e vida indiscriminadamente a todos os seres, Deus é o Sol Espiritual, doando luz a todos, a quem quer que seja e onde quer que possam estar. Ele serve altruisticamente, sem qualquer motivo egoísta, relembrando cada uma de suas qualidades inatas de amor, paz e felicidade. É por isso que Ele tem sido relembrado em alguns países e culturas pelo nome de ‘Shiva’: O Benevolente. Podemos alcançá-Lo por meio de pensamentos puros e ficar conectados a Ele. Deus é a verdade e então apenas pode ser reconhecido com os olhos da verdade."

Assista a um breve vídeo, preparado com base na filosofia do Raja Yoga, estudada na Org. Brahma Kumaris, sobre Deus:

17/01/12

Ensaios do Bloco da Preta (show)

Neste verão, Preta Gil está levando o seu bloco – Bloco da Preta – para ensaiar em diversas quadras de escolas de samba. O primeiro foi na véspera do réveillon, na quadra da Mangueira. Depois, já passou pela Beija-Flor e pela Grande Rio. Ainda vem por aí a quadra da Vila Isabel. O bloco estará na rua, literalmente, no dia 12 de fevereiro, domingo antes do Carnaval. Ele desfilará na Avenida Rio Branco, com concentração marcada para as 12h.

Preta tem levado diversos convidados nos ensaios. Estive na Mangueira e ela levou MC Naldo, MC Duh Marinho, Leilah Moreno, a madrinha Sheron Menezes, a bateria SURDO UM da Mangueira (com quem cantou "Exaltação à Mangueira")  e o dançarino Gambá (que foi assassinado dois dias depois). O repertório inclui algumas músicas da cantora e muitos sucessos que vão do Axé de Daniela Mercury (“Canto da Cidade”) até Ivete Sangalo (“Base do Beijo”, “Poeira”) passando por sucessos de décadas passadas como “Requebra” e muito mais. Mas o bloco também traz sambas-enredo, funk, forró e sertanejo (como o sucesso de Gusttavo Lima, “Balada Boa”). De tudo um pouco, numa mistura que é, como diz o bordão da cantora “babado, gritaria e confusão”. A bateris Black Power acompanha a cantora em todos os momentos e também seu backing vocal Palito.



Os ensaios têm ficado lotados e o clima é de festa nas mais de duas horas de apresentação. Um grande programa para os cariocas que entendem que o verão é sinônimo de carnaval.